Complexa, perplexa, um sentimento sem nome. Um adeus sem despedida, um labirinto sem saída.
Palavras, são só palavras, atitudes, minhas virtudes.
Eu com essa caneta na mão, sentado, escrevendo em vão...
O poder de poder bater na tua porta e te dizer todas minhas verdades e mesmo assim não poder te ter; O encontro entre minha mão e o telefone e o teu telefone, apenas pra escutar o som da tua voz. Música pra mim, deveras vezes triste, aquela dos acordes menores, dos amores piores. Piores pra mim, pra você tanto faz, nunca fez questão, nunca prestou atenção. Dentro de ti não bate um coração...
Nem tudo acaba bem!
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